Rigor, transparência e imparcialidade – Por José Manuel Roseiro

José Manuel Roseiro

No exercício das funções para que são eleitos, os membros do Conselho Fiscal e Disciplinar de uma instituição desportiva devem ser equidistantes e independentes dos órgãos de poder. Por isso, faz todo o sentido o legislado na revisão da lei de bases do sistema desportivo, que, na sua essência, consagra que estes princípios terão maior acuidade com a implementação do método de Hondt nos sistemas eleitorais.

As instituições com estatuto de utilidade pública têm uma responsabilidade incomensurável perante a sociedade civil, não sendo descabido classificar o contributo dos Conselhos Fiscais e Disciplinares como transcendentes na transparência, no rigor e na informação.

Um Conselho Fiscal e Disciplinar deve reger-se por alguns princípios básicos; tem o dever moral de ser o garante do cumprimento das legislações vigentes; não pode escamotear informações para o mundo exterior; e deve ter como objectivos fundamentais o método da equivalência patrimonial e a apresentação de contas consolidadas.

Neste contexto, é muito pertinente a apresentação de uma lista independente para o Conselho Fiscal e Disciplinar nas eleições do Sporting Clube de Portugal – pela sua equidistância, poderá materializar estes princípios com rigor, transparência e total imparcialidade.

José Manuel Roseiro

Sócio 7.791

Vice- Presidente do Sporting e responsável pela área financeira entre 1991 e 1995;  Vice-Presidente do Conselho Fiscal entre 1989 e 1991.

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