Resultados oficiais definitivos

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Caros Sportinguistas,
De acordo com os resultados oficiais definitivos das eleições de 23 de Março, a Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar obteve 18, 75% dos votos elegendo um membro efectivo e um membro suplente.  Contámos com 16097 votos de 2966 sócios.
Agradecemos a confiança depositada e reafirmamos o nosso compromisso para com os ideias que defendemos nestas duas últimas eleições.
Trabalharemos com independência para que os resultados da nossa acção falem por si e para que a auditoria de gestão de que o Sporting precisa seja feita com rigor e com verdade.
Saudações Leoninas

Balanço eleitoral – resultados provisórios

Lista_independente_c.fiscalCaros Sportinguistas,
Os resultados provisórios indicam que a Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar obteve 18,89% dos votos que representa quase o triplo da percentagem das eleições de 2011. Aguardamos com tranquilidade o anúncio dos resultados finais.
Agradecemos a confiança dos sócios que votaram num Conselho Fiscal e Disciplinar Independente e agradecemos a todos os que se dedicaram a esta campanha, aos nossos apoiantes por passarem a mensagem e aos nossos delegados por terem estado connosco no dia e noite de ontem.

Queremos ainda destacar o bom funcionamento do acto eleitoral, felicitando os elementos da Mesa da Assembleia Geral, os funcionários do Clube, os delegados das 4 listas e todos os Sócios que vieram exercer o seu direito de voto. Dignificando o nome do Sporting Clube de Portugal.

 

Independência. Rigor. Verdade.

 

A Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar

Lisboa, 24 de Março de 2013

Lista D – Por Vicente Caldeira Pires

 

Vicente última

Caros Sócios do Sporting Clube de Portugal,
Chega ao fim a nossa campanha eleitoral sobre a qual fazemos um balanço extremamente positivo, ao assistirmos a uma maior sensibilidade para temas que visam a sustentabilidade financeira, patrimonial e desportiva do Clube.
Acreditamos que o passado, presente e futuro do Sporting não devem ser discutidos apenas nas eleições. Os elementos que compõem a candidatura Independente têm marcado presença ao longo dos anos nos locais próprios para defender um Sporting melhor. Foi assim no Congresso, nas Assembleias do Clube, nas Assembleias da SAD e por isso nos subtemos a eleições em Março de 2011.

Continuámos a nossa luta pelos nossas ideias e voltamos agora com forças e esperanças redobradas num resultado positivo no acto eleitoral deste sábado. Acreditamos que seja importante a vivência Sporting não só nos estádios e pavilhões, mas também nos locais onde se decide a estratégia para o nosso futuro.
A partir de dia 24 de Março continuaremos a lutar por um Clube assente nos seus Sócios. Para além de defendermos a matriz associativa do Clube propomos implementar uma verdadeira separação de poderes, acompanhar a gestão, defender uma auditoria de gestão e a responsabilização de quem praticou actos danosos para o Clube.
Independentemente da escolha dos Sócios para a Presidência do Clube, é da maior importância que a sua conduta e acção seja fiscalizada com rigor e independência.
É vital que os Sócios optem por um Conselho Fiscal e Disciplinar, composto maioritariamente por Sportinguistas livres.

Dia 23 têm essa escolha ao votarem na Lista D, Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar.

Saudações Leoninas!

21 de Março de 2013

Vicente Caldeira Pires

Independência. Rigor. Verdade.

“Saber a verdade é a única maneira de estabelecer um caminho sólido” – O caso F.C. Barcelona

Auditoria

O Presidente do F.C. Barcelona, Sandro Rosell, quando tomou posse em Julho de 2010, descobriu que o clube devia mais de 60 Milhões de euros aos jogadores, contanto com todas as secções profissionais. “Num par de semanas tínhamos de pagar 100 M€, porque para além desses 60 M€, devia-se mais 30M€ à segurança social”, refere o actual presidente dos blaugrana.

A auditoria feita às contas do clube, e apresentadas pela KPMG durante a Assembleia Geral do Clube, deu conhecimento dos excessos do último ano da direcção de Laporta. A dívida do clube duplicou nos últimos anos, tendo o passivo do F.C. Barcelona atingido os cerca de 430 M€.

A direcção de Laporta tinha apresentado lucros na ordem dos 11 M€, quando na realidade eram prejuízos de 77,1 M€.

Com os resultados da auditoria verificaram-se algumas situações difíceis de explicar, tais como gastos em segurança e detectives, negócios imobiliários fora dos valores de mercado, assim como excessos nas despesas de representação e de catering.

Rosell resolveu colocar o caso à consideração dos sócios, advertindo que se estaria perante a decisão mais importante da história do clube. “É uma situação que não é agradável, tendo em conta o que encontrámos, porém a lei é clara. Temos que cumprir a lei”. “Saber a verdade é a única maneira de estabelecer um caminho sólido”.

Sporting Barcelona

Na Assembleia Geral do clube, Rosell apresentou os argumentos para se votar a favor/contra a proposta de responsabilizar os anteriores dirigentes:

 Porque se deve votar a favor?

a)       Porque estamos a falar de prejuízos finais acumulados de 48,7 M€, que se não são assumidos pela direcção anterior, terá que ser o clube a assumi-los.

b)       Porque se desfez de património para equilibrar os balanços negativos, os quais foram fruto de má gestão.

c)       Para impedir uma cultura de desperdício com gastos injustificados.

d)       Porque se investiu pessimamente em activos desportivos e não desportivos, que dificilmente se podem explicar através de um critério razoável.

 Porque se deve votar contra?

a)       Porque estaremos perante divisões e conflitos que podem colocar em causa a união do clube.

b)       Porque não é justo que todos os membros da direcção anterior, por serem solidariamente responsáveis, sejam afectados da mesma forma.

c)       Porque não é justo que o presidente com mais êxitos desportivos da história do F.C. Barcelona tenha de enfrentar a lei e ser processado pelo seu próprio clube.

d)       Porque não é justo processar uma direcção responsável por decisões reconhecidas e positivas como é o caso da “tolerância zero com os adeptos violentos”, a “UNICEF” e a contratação de Pepe Guardiola.

e)       Porque o Barcelona, apesar de perder dinheiro com gastos injustificáveis e sem critério, tem a maior marca do mundo e é o segundo maior clube do mundo a gerar receitas.

Em Assembleia Geral do Clube os sócios analisaram e votaram a favor da proposta de responsabilizar os anteriores dirigentes pelos prejuízos financeiros causados.

Os sócios do F.C. Barcelona decidiram assim processar Laporta e o seu Conselho Directivo pelos 48,7 M€ de prejuízos durante o seu mandato, com 468 votos a favor, 439 contra e 113 em branco.

Em Fevereiro de 2013, o Supremo Tribunal condenou o ex-presidente Laporta e a sua direcção a avalizar 15% do orçamento do clube para 2006/7, pelos prejuízos financeiros apresentados e por terem vendido diversos jogadores por um preço abaixo do valor de aquisição.

Num momento pré-eleitoral onde tanto se tem feito o paralelo com o F.C. Barcelona, relativamente à aposta em jogadores da formação, não deveria também ser feito um paralelo em relação à responsabilização dos dirigentes?

Independência. Rigor. Verdade.

A Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar

Está na hora de dizer basta! – Por Luís Pires

Antigo Estádio e novo

Saúdo todos os meus irmãos Sportinguistas.

Hoje dia 17 de Março de 2013 estamos mais uma vez num quarto com vista para lado nenhum!

Hoje pede-se aos candidatos que arranjem soluções para os problemas que 18 anos de roquettismo nos atiraram! Hoje pede-se solução para os problemas financeiros e desportivos do Clube! Hoje pede-se que quem agora entra, uma solução que providencie o respeito exterior e a paz interna!

Não podem no entanto os sócios esquecer o caminho que foi trilhado até aqui, pois foi nesse caminho que foi construída devagar e laboriosamente com paciência de ourives, ao longo dos últimos 18 anos, esta enorme parede que hoje temos pela frente!

Urge encontrar soluções para resolver o problema que se nos depara, mas urge também perceber como chegámos até aqui, para que nunca mais se repitam tais erros. E que definitivamente fique para memória futura, pois um Clube sem memória, torna-se num Clube sem futuro!

Confio pois na lista independente ao CFD, pois acredito que não dobram perante quaisquer tipos de interesses instalados e que irão até ao fim na busca pela verdade! Eles não vão pedir a chave, eles vão arrombar a porta das mentiras que afastaram a verdade dos sócios durante os últimos 18 anos!

O Sporting precisa de gente independente que limpe o Clube, que o extirpe dos demónios que durante todo este tempo nos tolheram e tornaram progressivamente mais pequenos!

Precisamos de conhecer o inimigo! Esse inimigo tem nomes e nós sócios, precisamos de os conhecer, para que se faça justiça! Tal como eu, todos os sócios estão fartos de complacência para quem tanto mal nos fez!

É preciso alguém que nos liberte das correntes de mentiras que nos mantiveram agrilhoados durante todos estes anos nesta terra da hipocrisia! “O quê? Os Sportinguistas são diferentes!” – Quem vos disser isto é o vosso inimigo!

Os nossos inimigos foram todos os professores que nos ensinaram a reprimir-nos e a combater-nos a nós mesmos de maneira a que fosse satisfeita uma elite de pulhas que espoliaram o Clube da sua alma, nunca olhando a meios. E esses inimigos foram o comprometimento, a conformação, a assimilação, a submissão, a ignorância, a hipocrisia, as elites, no fundo tudo o que foi o sonho da ignomínia roquetteira!!

Está na hora de dizer basta! Chegou a hora de pagarem!

Por isso voto na lista D do CFDIndependente!

Luís Pires

Sócio 16788

Conselheiro Leonino eleito pela lista da Associação de Adeptos Sportinguistas em 2009 e reeleito em 2011.

Rigor, transparência e imparcialidade – Por José Manuel Roseiro

José Manuel Roseiro

No exercício das funções para que são eleitos, os membros do Conselho Fiscal e Disciplinar de uma instituição desportiva devem ser equidistantes e independentes dos órgãos de poder. Por isso, faz todo o sentido o legislado na revisão da lei de bases do sistema desportivo, que, na sua essência, consagra que estes princípios terão maior acuidade com a implementação do método de Hondt nos sistemas eleitorais.

As instituições com estatuto de utilidade pública têm uma responsabilidade incomensurável perante a sociedade civil, não sendo descabido classificar o contributo dos Conselhos Fiscais e Disciplinares como transcendentes na transparência, no rigor e na informação.

Um Conselho Fiscal e Disciplinar deve reger-se por alguns princípios básicos; tem o dever moral de ser o garante do cumprimento das legislações vigentes; não pode escamotear informações para o mundo exterior; e deve ter como objectivos fundamentais o método da equivalência patrimonial e a apresentação de contas consolidadas.

Neste contexto, é muito pertinente a apresentação de uma lista independente para o Conselho Fiscal e Disciplinar nas eleições do Sporting Clube de Portugal – pela sua equidistância, poderá materializar estes princípios com rigor, transparência e total imparcialidade.

José Manuel Roseiro

Sócio 7.791

Vice- Presidente do Sporting e responsável pela área financeira entre 1991 e 1995;  Vice-Presidente do Conselho Fiscal entre 1989 e 1991.

Porque voto na Lista D – Por Miguel Paim

Miguel Paim

Como um dos líderes do extinto Movimento “Dar Rumo ao Sporting” que acabou por despoletar eleições antecipadas, decidi permanecer à parte do processo eleitoral para o Conselho Directivo. O Movimento de sócios nasceu, manteve-se e morreu apartidário. Qualquer tomada de partido, sempre pessoal e nunca em nome do Movimento, seria, ainda assim, incoerente e quebraria a confiança que nos foi depositada por milhares de sócios. Por outro lado, no que toca à eleição para o Conselho Fiscal e Disciplinar, sinto-me à vontade para expressar, a nível pessoal note-se, o meu sentido de voto. Como sócio 70.056, desde 2006, data em que me mudei para Lisboa e pude começar a pagar as minhas quotas, voto na Lista D – Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar, do Vicente Caldeira Pires. E voto nesta lista por quatro razões principais.

Em primeiro lugar, independência. Entendo que o Conselho Fiscal e Disciplinar do Sporting deve ser uma entidade independente e de fiscalização, que não tenha qualquer vínculo ao Conselho Directivo, de forma a prevenir os compadrios a que temos assistido. Acima de tudo, deve estar vinculado apenas e só ao Sporting e aos interesses do Sporting. E esta lista propõe-se a isso, inclusivé, ao não apresentar nem apoiar qualquer candidato ao CD.

Em segundo lugar, capacidade e competência. Confio na capacidade do Vicente Caldeira Pires e restante lista para colocar em prática o slogan da lista: Independência, Rigor, Verdade. E confio na sua competência para fiscalizar e questionar o CD, não se limitando a ser um órgão que presta louvores enquanto as contas pioram a olhos vistos.

Em terceiro lugar, juventude. Como líder de um movimento de sócios que nasceu da iniciativa de dois jovens, acredito que, enquanto futuro, os jovens devem ter intervenção na vida activa leonina. Acho preferível confiar a fiscalização das contas nas mãos destes jovens do que deixar que essa fiscalização continue à mercê dos mais experientes que fecharam os olhos enquanto o clube se afundava.

Finalmente, paixão. Porque é algo que falta no Sporting actual, paixão, raça, amor ao clube, defesa dos interesses do clube acima dos interesses pessoais, vontade de contribuir para um Sporting melhor e mais forte. E isso é algo que encontrei no Vicente e na sua lista, quer em contactos pessoais, quer nas suas intervenções públicas.

Combinando estas quatro razões principais, renovo a minha confiança e entrego, novamente, os meus votos à Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar do Sporting Clube de Portugal.

Miguel Paim

Sócio 70.056

Pela Responsabilização dos culpados! – Por Nuno Manaia Costa

Manaia

Desde que me lembro, que procuro nas eleições do nosso clube, distinguir os diversos orgãos uns dos outros, votando em listas diferentes em cada uma das opções .

O Sporting chegou a um estado miserável, com uma gestão totalmente desastrosa e despreocupada, desde que iniciamos o propalado projecto Roquette.

Não podendo no entanto, deixar de realçar estes últimos 2 anos, em que o passivo cresceu bem acima dos 100 milhões de euros.

Se ao longo dos anos, não tivéssemos tidos conselhos fiscais coniventes e pouco ou nada controladores, se calhar não tínhamos chegado aqui, ou pelo menos o buraco não seria tão grande.

Como devem saber, neste próximo acto eleitoral, teremos pela primeira vez a eleição do conselho fiscal, através do método de Hondt. O cenário que vejo como ideal, será o de ter o maior número de pessoas no conselho fiscal, eleitas por listas distintas do conselho directivo.

Porque sem escrutinar o passado não teremos futuro, porque é essencial uma auditoria de gestão, porque é fundamental a responsabilização daqueles que nos colocaram nesta situação, porque acredito que ainda existe gente séria e honesta para servir o nosso Clube,

Para o conselho fiscal, vou votar na Lista D, liderada pelo Vicente Caldeira Pires .

Nuno Manaia Costa

Sócio 15.819-0

Presidente da Associação de Adeptos Sportinguistas

Uma oportunidade única – Por José Sabino

José Sabino 1

O Sporting é dos sócios. Uma frase dita vezes sem conta, como se fosse um estandarte da nação leonina. O significado destas palavras evoca o orgulho daqueles que fazem parte desta instituição centenária e que sentem o Clube como algo que lhes pertence. Para muitos adeptos, evoca também a noção de que têm um papel a desempenhar, mesmo que ínfimo, na condução dos seus destinos. O Sporting foi,  é e será sempre aquilo que os seus sócios e adeptos quiserem que seja.

Dito isto, recentemente esse associativismo empreendedor, activo, com dinamismo para impulsionar o clube a atingir as suas metas, esse associativismo tem vindo a perder força e capacidade de intervenção no determinar do rumo que o clube que todos amamos deve seguir. Num passado recente, os sócios têm-se demitido das suas responsabilidades como elementos fiscalizadores da forma como o Sporting é gerido. O canto da sereia da galeria infindável de “notáveis”, o ar de credibilidade dos senhores da banca, o encantamento de fórmulas mágicas que nunca funcionam, tudo isto tem afastado o sócio comum do envolvimento diário nas actividades do clube. Por outro lado, este distanciamento da instituição, tem permitido o percorrer de um caminho perigoso, em que o papel dos sócios se vai diluindo na inevitabilidade criada pelas decisões dos dirigentes.

Neste contexto, a Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar é uma verdadeira lufada de ar fresco. Com origem em sócios anónimos, com carácter, competência e ideais comuns de independência e rigor, esta candidatura quer contribuir para que, qualquer que seja a direcção eleita, os superiores interesses do Sporting Clube de Portugal sejam sempre salva-guardados. Estes sócios do clube não aspiram ao poder pela sede do poder. Pretendem sim que aqueles que o vão deter actuem em conformidade e de acordo com aquilo que vão prometer durante as suas campanhas eleitorais. Já chega de Conselhos fiscais subservientes aos interesses da direcção vigente e cúmplices da delapidação patrimonial e económica que o nosso clube tem vindo a sofrer.

Esta é a verdadeira altura de dar voz aos sócios e de garantir que os mesmos possam ter uma capacidade real de fiscalizar com independência e rigor a equipa directiva que tomará conta dos destinos do Sporting no próximo dia 23 de Março. É tempo de dar uma voz activa e interveniente aos sócios que pretendem nada mais do que garantir que o futuro do clube não continue a ser comprometido de forma leviana e que, em ultima instância, o Sporting dos sócios não deixe de existir.

O apoio a esta candidatura,  mais do que necessário,  é uma reafirmação de que o Sporting continua a ser de todos nós e de que todos devemos contribuir para que o mesmo caminhe com sucesso para uma gestão de rigor, de verdade e de competência. A feira de vaidades dos supostos notáveis e a servidão credível aos interesses da banca levaram o clube à crise económico desportiva mais grave da sua longa e rica história. A Candidatura Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar dá-nos a garantia de que actos de gestão danosa ou versões distorcidas da realidade não serão mais aceitáveis nem passarão impunes.

Quem fervorosamente vive o papel de sócio, com paixão e dedicação ao Clube, entenderá perfeitamente que esta candidatura é de todos os Sportinguistas, para todos os Sportinguistas. Votar lista D é depositar um voto na convicção incontornável de que o maior património do Sporting são os seus sócios e adeptos. O passado recente ensinou-nos de que os elementos do Conselho fiscal preocupam-se mais em solidarizar-se com o conselho directivo, com o qual partilharam a lista, do que em exercer com independência as funções para o qual foram eleitos. Por isso, independentemente da escolha que façam para o novo presidente, esta candidatura oferece a garantia de que uma parte do poder se irá manter na posse de um dos nossos. Esta é,   portanto, uma oportunidade única a não perder.

Jose Sabino

(Ideal 1906)

CONTEM COMIGO! – Por Juvenal Carvalho

Juvenal

Num Clube a caminho de 107 anos de História e que tem primado por querer estar no Desporto de forma completamente diferente dos demais, é com agrado que vejo o aparecimento de um conjunto de sportinguistas interessados pelo dia a dia do Clube, composto por jovens, e que se apresenta a um acto eleitoral de extrema importância para o futuro do nosso Sporting.

A Lista Independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar (Letra D), liderada por Vicente Caldeira Pires contará com o meu apoio. Estou ao lado desta lista não só porque a acho uma lufada de ar fresco, como sei da valia de muitos destes jovens leões que a compõem, e que não olham a meios para atingir os seus fins: o crescimento do Sporting Clube de Portugal.

Por tudo isto, e porque acho que a pluralidade de opiniões e a ‘fiscalização’ independente deve acontecer, isto sem pôr em causa a idoneidade de ninguém, vou passar a mensagem da necessidade de serem eleitos membros da candidatura. O Sporting precisa de quem o viva apaixonadamente e que queira fugir ao paradigma dos ‘tecnocratas’ que o vivem na lógica de uma empresa. A paixão, acompanhada pela sapiência de quem vive de forma apaixonada o Sporting, é absolutamente vital.
O meu voto – aliás os meus 9 votos de 36 anos de filiação ininterrupta – serão para esta candidatura.
Estarei ao vosso lado. Pelo Sporting. Contem comigo!
Juvenal Carvalho

Sócio 7.153 – 0